domingo, outubro 30, 2005

"O Lago dos Cisnes"

(Versão adaptada com... "ballet moderno"!)





























(Se não conseguirem ver no player, carreguem aqui)

Gostava de poder proporcionar este espectáculo ao vivo e a cores a uma certa pessoa!

Seria uma fabulosa surpresa de Natal!...

Um presente... inesquecível!!!

;o) The LBug

sexta-feira, outubro 28, 2005

Finalmente...

quinta-feira, outubro 27, 2005

Estou assim...

segunda-feira, outubro 24, 2005

Sondagem ao referendo sobre o aborto

(adaptado de um e-mail enviado pela TL! Obrigada, TL! ;o))
A
Ouve-se dizer que em Portugal vai ser, de novo, referendado o aborto.
A
Ao que foi conseguido apurar, será feita uma sondagem à classe dos Professores, na qual será colocada a questão que, posteriormente, será exposta aos restantes cidadãos.
A
Esta já está formulada e é aqui avançada em primeira mão:

"Qual a sua opinião sobre o aborto?"

a - Tem traumas de infância relacionados com a escola.
b - Tem por ídolo o "Esteves".
c - Tem sorte por não terem batido na mãe, quando a deu à luz.
A
;o) The LBug

domingo, outubro 23, 2005

Exame de Matemática, questão 11 e critérios de classificação

No post anterior critiquei os critérios de classificação. Apresento agora o caso mais gritante da 1ª chamada... depois, decidam vocês.

Questão 11 (os negritos são da minha autoria):
Arrumaram-se três esferas iguais dentro de uma caixa cilíndrica (figura 1).
Como se pode observar no esquema (figura 2):
• a altura da caixa é igual ao triplo do diâmetro de uma esfera;
• o raio da base do cilindro é igual ao raio de uma esfera.
(aqui aparecem as duas figuras, que não incluo porque não sei pô-las aqui)
Mostra que:
O volume da caixa que não é ocupado pelas esferas é igual a metade do volume das três esferas.
(Nota: designa por r o raio de uma esfera.)

Um aluno que:
a) indicasse as fórmulas usadas nos cálculos (com r a designar o raio de uma esfera)
b) pegasse numa régua e medisse as figuras do enunciado;
c) fizesse os cálculos todos com aquelas medidas, mostrando clara e logicamente aquilo que era pedido,

teria que cotação?

Zero!!!
Sim, ZERO!!!

Podem verificar, aqui.

Conclusão: os alunos não sabem matemática?

Ou, no exame, fez-se o que se pôde para que os alunos não tivessem bons resultados?

Com o "Halloween" à porta...

... aqui fica uma sugestão para as aulas de substituição de Inglês:
A
(ou melhor, de "Actividades de Ocupação Educativa")

Primeira parte da tarefa:
(para principiantes)

As criancinhas terão que aprender a seguinte frase em Inglês:

Três bruxas olham para três relógios Swatch. Qual bruxa olha para qual relógio Swatch?

Preparados? Então, agora em Inglês:

Three witches watch three Swatch watches. Which witch watch which Swatch watch?



Segunda parte da tarefa:
(para especialistas)

As criancinhas terão que melhorar a frase anterior para a seguinte:

Três bruxas suecas e taradas olham para os botões de três relógios Swatch suíssos. Qual bruxa sueca e tarada olha para qual botão de qual relógio Swatch suísso?

Então, cá vai em Inglês:


Three Swedisch switched witches watch three Swiss Swatch watch switches. Which Swedisch switched witch watch which Swiss Swatch watch switch?


CONSEGUIRAM LER ATÉ AO FIM E SEM HESITAR??????
A
;o) The LBug

quinta-feira, outubro 20, 2005

Correctores... para punir?

Agora que, finalmente!, pude olhar para alguns dos exames dos nossos alunos (um trabalho de análise mandado fazer pelo Ministério), ao mesmo tempo que examino os critérios de correcção (alguns, reconheço-o, absurdos), há algo que emerge por cima de tudo:
Uma imensa mágoa ou amargura pela forma mesquinha e penalizadora como tantos dos nossos colegas interpretaram esses critérios e os aplicaram na correcção das provas.
Admito que tenham tido dúvidas. Mas porque é que em caso de dúvida optaram por penalizar o(a) aluno(a)? Vi respostas iguais (mesmo e realmente iguais) serem classificadas de forma diferente, mas nunca beneficiando o(a) aluno(a)! Porquê? Porquê? Não compreendo.

quinta-feira, outubro 06, 2005

A Última Ceia...

... enviada pela nossa colega, leitora, comentadora e visitante assídua, ou como diria a minha querida Maria Heli (do Amor e Ócio), a nossa blogmiga,

TL

A
Obrigada, TL! ;o)
A
E os pequenitos... também têm lugar aqui!
A
(Oh, pr'a eles ali a espreitar, quais crianças endiabradas!!!)
A
;o) The LBug

quarta-feira, outubro 05, 2005

Que base para reclamarmos?

Há um problema muito complicado na questão das nossas reclamações por aquilo que consideramos ser injusto nas medidas tomadas por este governo.

Refiro-me aos resultados que os nossos alunos apresentam e que, quer queiramos quer não, são vistos como fruto do nosso trabalho... ou da ausência dele, como agora se suspeita abertamente.

Um facto incontornável é que os nossos alunos apresentam taxas de insucesso absolutamente confrangedoras: é nos exames nacionais, é nas provas internacionais, é nas taxas de abandono, é na assiduidade e sei lá que mais!

Daqui até as pessoas pensarem que os professores não se esforçam o suficiente, ou mesmo que fazem mal o seu trabalho, vai um curtíssimo passo. Elas dão-no com todo o à-vontade, e a gente não tem respostas compreensíveis e convincentes para isto.

É esta questão que os professores, as suas estruturas representativas e as sindicais, se recusam a entender e a encarar de frente!

Na minha opinião, e por mais injusto que isto possa ser, quer para professores quer para alunos, não há neste momento alternativa (nem campanhas publicitárias que aparecerão sempre como patéticas) a não ser engolirmos em seco e organizarmos as nossas escolas apenas segundo dois objectivos curtos e duros: 1º máximo sucesso nos exames; 2º luta sem tréguas ao abandono escolar.

Quando conseguirmos resultados não vergonhosos nestes dois objectivos, aí teremos força para rebater quem nos critica e nos "castiga"! Antes disso é esforço inútil e, como já disse atrás, patético.